A MÃE DE FREUD
A Mãe de Freud
As neuroses nossas de cada dia sob o olhar irônico de Veríssimo.
O Divã da Crônica Brasileira
Em A Mãe de Freud, Luis Fernando Veríssimo reúne textos que flertam com o absurdo das relações humanas. O título, que remete à figura central da psicanálise, serve de pretexto para o autor dissecar temas como o casamento, a política, o sexo e as pequenas obsessões urbanas. Com diálogos rápidos e finais inesperados, Veríssimo mostra que a "normalidade" é apenas uma questão de falta de observação, e que todos carregamos um pouco da bagagem edipiana em nossas escolhas diárias.
Destaques da Obra
- A Ironia Inteligente: O autor nunca ridiculariza o ser humano, mas celebra a sua capacidade de ser maravilhosamente ridículo.
- Universalidade: Embora as situações pareçam banais, elas tocam em medos e desejos que são comuns a todos nós.
- O Papel da Mãe: A figura materna aparece não apenas como origem dos traumas, mas como a guardiã das memórias e das primeiras neuroses.
"O humor é a única coisa que permite que a gente sobreviva à própria mente."