PSIA
Psia
A palavra como objeto gráfico e a explosão do sentido através da forma.
A Plasticidade do Verbo por Arnaldo Antunes
Lançado em 1986, Psia é a obra de estreia de Arnaldo Antunes e detalha uma ruptura com a lírica tradicional. O livro fornece informações cruciais sobre a influência da poesia concreta, onde o conteúdo não está apenas no que se lê, mas em como a palavra está disposta no papel. O autor detalha a desconstrução da linguagem, utilizando tipografias variadas, espaços em branco e jogos fonéticos que transformam o ato da leitura em uma experiência multissensorial. A obra fornece um mergulho na materialidade do signo, detalhando que a poesia pode ser vista, ouvida e tocada, desafiando a linearidade do pensamento convencional.
Insights sobre a "Engenharia da Palavra"
- A Palavra-Coisa: Arnaldo Antunes detalha que o poema não fala *de* algo, ele *é* algo. A informação central é a autonomia do texto como objeto estético independente.
- Quebra da Sintaxe: O conteúdo destaca o abandono da frase lógica. Detalha como a fragmentação do discurso convida o leitor a participar ativamente da construção do sentido.
- Impacto Imediato: A narrativa fornece informações sobre a influência da cultura pop e do design. O livro detalha uma poesia que dialoga com a velocidade da informação contemporânea.
"A poesia não é para ser entendida, é para ser sentida como uma imagem ou um som."