AUSÊNCIA

BYUNG-CHUL HAN

O vazio não é necessariamente falta. Nas tradições do Extremo Oriente que Han examina, a ausência pode ser uma forma de abertura: permite que as coisas existam sem serem reduzidas a conceitos, identidades ou funções.

Entre filosofia, estética e arquitetura, o livro propõe outra relação com o mundo: menos vontade de apreender, mais disponibilidade para contemplar. A beleza também pode residir no transitório, no silêncio, no que não se completa.

Talvez seja preciso deixar algumas coisas em aberto para que elas possam, enfim, aparecer.